Que parâmetros usar para medir ou avaliar seu grau de satisfação com a vida? Temos por obrigação ser como tal? Se temos, como agirmos sem arrogância, antropocentrismo, egocentrismo?

São questões pontuais a serem observadas. Temos que ser felizes, realizados. Isto é um fato. Mas em que medida essa busca torna-se angustiante e/ou caracterizada com os aspectos supracitados?

Um turbilhão de desafios  nos são apresentados como adversários que, vencidos, causam satisfação e fazem bem ao ego nosso de cada dia.

Mas… e aí? Um desafio vencido, 2, 3, … Aonde queremos chegar? Como queremos chegar? Pra quê?  Por melhor que seja aquele emprego, aquela namorada, talvez o grande amor da sua vida, esposa, enfim, por melhor que seja, dificilmente não haverá dificuldades, aspectos chatos a serem administrados. Logo, ter conquistado isso tudo não significa o auge, a tal felicidade plena. Parece que estamos sempre insatisfeitos, inquietos, em busca de algo. Se essa busca for por algo melhor, não há nada de errado, salvo a maneira como se conseguirá o almejado. Entretanto, por que não melhorar, driblar, solucionar aquelas dificuldades, aspectos chatos que atrapalham nossas conquistas serem plenas? Ideias, sugestões e diálogo são bem-vindos para chegarmos a soluções. Além do mais, tais atitudes, visando resultados positivos, não deixam de ser “desafios e adversidades” a serem vencidos.

Ah! Ja ia esquecendo… Moral e ética são bem-vindas. De resto, “relaxa e goza!” E muito panettone!

E tenho dito! Rs

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