Nunca me importei com o que os outros pensariam a respito de minhas atitudes. Esse comportamento não significa arrogância , ignorância ou qualquer coisa do tipo, apenas trata-se de sempre agir com convicção, pelo menos achando isso.

Opinião é o mínimo que devemos ter diante de fatos que nos cercam, permeiam nossa existência e, sempre que possível, fazê-la valer num mundo tão louco em que vivemos. O que me preocupa é a forma como opinamos ou devemos opinar. O termo politicamente correto está na moda, é o último grito, diriam por aí. Bem, reza a democracia que vivemos em um país livre. Pauta do dia: União estável homossexual. Polêmica à vista.  Já pensou um plebiscito? Se o voto é secreto e há muitos por aí em suas Bat-cavernas, poderíamos ter uma surpresa no resultado. Se aberta uma discussão para votar a favor ou contra algo, naturalmente háverá opiniões distintas, cada uma com suas justificativas e convicções. Mais que uma discussão a fim de se resolver algo democraticamente, vejo como “guerra declarada”. Paralelamente ao movimento democrático, vê-se representação de um deputado contra outro, alegando homofobia, Frente parlamentar que visa defender sua religião/crença, enfim.

A partir do momento que temos uma opinião, acho tão simples respeitar a do outro, porém não significa concordar. A maioria das pessoas está agindo com certa cautela quando o assunto é homofobia, na verdade, com cuidado em suas opiniões a respeito da homossexualidade alheia, para que não sejam configuradas homofobia. Muitos homossexuais esperam uma oportunidade para dizerem que fulano e beltrano são  homofóbicos, termo que nem entendo bem seu uso, mas…  Não adianta pensar que as pessoas tem que aceitar suas convicções  e pronto. Respeitar já está de bom tamanho, não é mesmo? Apesar disso, trata-se de possível alteração na legislação de um país, não é tão simples assim, a questão deve ser conduzida com muita atenção.

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