Category: Devaneios


| Programação terá teatro, piquenique e atividades voltadas para amantes de Anime |

Foto do Espaço Cultural Escola Sesc

Foto: Divulgação

Esta dica poderia ser mais uma das publicadas como “Não é de graça, mas é quase”, mas a opção por “Ajudar também é de graça“, já vista aqui, foi a mais adequada.

Espaço Cultural Escola Sesc, em Jacarepaguá, preparou uma programação especial para a data. Em parceria com o Orfanato Santa Rita de Cássia, serão realizadas diversas atividades que tem como objetivo coletar roupas infantis e kits de higiene para o abrigo que atende crianças e jovens da região.

O público infantil será recebido pelos alunos da Escola Sesc e terão o acompanhamento deles durante as atividades, que começam às 11h, com um piquenique comunitário com roda musical da Turminha do Tio Marcelo, que convida os participantes a trazerem uma contribuição para o lanche, optando por alimentos saudáveis. A proposta é apresentar a musicalização infantil de uma forma 100% prática, acessível até para quem não tem noções de música.

Às 13h a Vila Anime invade o palco,  trazendo diversão para os fãs de desenhos animados japoneses, games, histórias em quadrinhos, RPG e cultura pop japonesa. Pra animar a criançada, Shows de Talento, Concurso Cosplay, e exibição de desenhos japoneses. Para entreter o público, jogos como: Arena Medieval, Arena Pillow Fight (guerra de travesseiros), Arena de Games, workshop de desenho, cama elástica, touro mecânico e escalada, além da distribuição de algodão doce, geladinhos e feirinha de produtos típicos da cultura Otaku.

Uma outra opção de entretenimento com pegada cultural é a pequena ópera infanto-juvenil A Borralheira, que se apresenta às 16h, em uma adaptação leve da ópera cômica italiana La Cenerentola, ossia La bontà in trionfo, de Gioacchino Rossini, com libreto de Jacopo Ferreti. A concepção artística do espetáculo transpõe a obra a uma cidade fictícia do sertão de Minas Gerais.

Dia das Crianças: Programação grátis e solidária para os baixinhos no Espaço Cultural Escola Sesc
Local: Espaço Cultural Escola Sesc – Avenida Ayrton Senna, 5677 – Jacarepaguá – Rio de Janeiro/RJ
Ingresso: doe roupas infantis e kits de higiene para o Orfanato Santa Rita de Cássia, na Praça Seca, que é parceiro do projeto Social da Escola Sesc.
Data: dia 12 de outubro, segunda-feira
Horário: a partir das 11h
Duração: 8h30 min
Classificação: Livre

 

 

Foto/arte do VLT no Centro do Rio de Janeiro

Foto/arte: Centro de Operações Rio

| Novas alterações estão em vigor desde o dia 15 de novembro |

Desde o dia 15 de novembro, a Prefeitura do Rio implantou novas intervenções no trânsito do Centro e da Região Portuária para obras de implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos, o VLT, e reurbanização da Praça da Misericórdia e seu entorno. Houve mudanças nos trajetos e paradas das linhas municipais e intermunicipais que circulam no Centro do Rio, de acordo com o plano de reordenamento de itinerários da Secretaria Municipal de Transportes.

Muitas pessoas andam meio perdidas e reclamando bastante. Fique atento às mudanças! Confira nos links abaixo.

Detalhes sobre as interdições no Centro e Região Portuária ==> http://bit.ly/AlteracoesTransitoVLT

Detalhes sobre o reordenamento de itinerários das linhas de ônibus ==> http://ow.ly/EaquQ

No dia 09 deste mês, o De Graça Eu Vou divulgou uma série de apresentações do espetáculo “Deslizes“, do Coletivo Nopok, programadas para agosto (http://ow.ly/o8oT0). Entretanto, algumas foram canceladas, conforme nota enviada pela assessoria:

“Devido a uma séria lesão de joelho do ator Fernando Nicolini, o Coletivo Nopok terá de suspender todas as apresentações por tempo indeterminado. Em virtude disso, as apresentações deste mês, no Museu da República (24 e 25) e Arena Carioca Chacrinha (28, 29,  e 30), estão canceladas.”

O que você anda fazendo com a sua? Informação. Voluntária, equivocada, solitária, partidária, plural ou singular. São formas tratadas, editadas. Por nós, pelos outros, para nós, para outros.

A forma como você a trata ou destrata apenas o retrata. Difama ou relata? Fala pra mim.

Tem gente que a maltrata sem pestanejar. Na lata! O que importa é a capa. De revista, de jornal ou “vira-lata”. Jornalismo bandido no arcabouço do imperialismo capitalismo, hipócrita, de olhos grandes e dentes rangentes. Que engole “gentes”, talvez até a gente.

Venha comigo nessa selva sem mata, mas que mata! É de pedra. Ou serão os corações feitos dela?

“Vem comigo”! Leia, pare e pense nesse devaneio compartilhado de um coração escancarado!

Nunca me importei com o que os outros pensariam a respito de minhas atitudes. Esse comportamento não significa arrogância , ignorância ou qualquer coisa do tipo, apenas trata-se de sempre agir com convicção, pelo menos achando isso.

Opinião é o mínimo que devemos ter diante de fatos que nos cercam, permeiam nossa existência e, sempre que possível, fazê-la valer num mundo tão louco em que vivemos. O que me preocupa é a forma como opinamos ou devemos opinar. O termo politicamente correto está na moda, é o último grito, diriam por aí. Bem, reza a democracia que vivemos em um país livre. Pauta do dia: União estável homossexual. Polêmica à vista.  Já pensou um plebiscito? Se o voto é secreto e há muitos por aí em suas Bat-cavernas, poderíamos ter uma surpresa no resultado. Se aberta uma discussão para votar a favor ou contra algo, naturalmente háverá opiniões distintas, cada uma com suas justificativas e convicções. Mais que uma discussão a fim de se resolver algo democraticamente, vejo como “guerra declarada”. Paralelamente ao movimento democrático, vê-se representação de um deputado contra outro, alegando homofobia, Frente parlamentar que visa defender sua religião/crença, enfim.

A partir do momento que temos uma opinião, acho tão simples respeitar a do outro, porém não significa concordar. A maioria das pessoas está agindo com certa cautela quando o assunto é homofobia, na verdade, com cuidado em suas opiniões a respeito da homossexualidade alheia, para que não sejam configuradas homofobia. Muitos homossexuais esperam uma oportunidade para dizerem que fulano e beltrano são  homofóbicos, termo que nem entendo bem seu uso, mas…  Não adianta pensar que as pessoas tem que aceitar suas convicções  e pronto. Respeitar já está de bom tamanho, não é mesmo? Apesar disso, trata-se de possível alteração na legislação de um país, não é tão simples assim, a questão deve ser conduzida com muita atenção.

Lágrimas ao ralo

Lucinha Araujo há pouco no programa Estrelas, apresentado por Angélica, TVGlobo: “Eu só choro escondido, referindo-se ao seu filho Cazuza, no chuveiro. Depois enxugo e vou à luta!”

É. Todos nós temos nossos momentos sozinhos, de introspecção, pensamentos tristes, sonhos solitários, enfim. Talvez não haja lugar melhor para derramar lágrimas de tristeza. Afinal, elas vão ralo abaixo, não precisamos nem enxugá-las, a água se encarrega de levá-las para bem longe, dando espaço para um rosto que se recupera, revive aqueles sonhos solitários e, dessa vez, não são apenas sonhos, já que você foi à luta, não é mesmo?

Por isso, vamos à luta.

E esta continua, companheiro! Já dizia um conhecido nosso. Rsrs

Felicidade plena

Que parâmetros usar para medir ou avaliar seu grau de satisfação com a vida? Temos por obrigação ser como tal? Se temos, como agirmos sem arrogância, antropocentrismo, egocentrismo?

São questões pontuais a serem observadas. Temos que ser felizes, realizados. Isto é um fato. Mas em que medida essa busca torna-se angustiante e/ou caracterizada com os aspectos supracitados?

Um turbilhão de desafios  nos são apresentados como adversários que, vencidos, causam satisfação e fazem bem ao ego nosso de cada dia.

Mas… e aí? Um desafio vencido, 2, 3, … Aonde queremos chegar? Como queremos chegar? Pra quê?  Por melhor que seja aquele emprego, aquela namorada, talvez o grande amor da sua vida, esposa, enfim, por melhor que seja, dificilmente não haverá dificuldades, aspectos chatos a serem administrados. Logo, ter conquistado isso tudo não significa o auge, a tal felicidade plena. Parece que estamos sempre insatisfeitos, inquietos, em busca de algo. Se essa busca for por algo melhor, não há nada de errado, salvo a maneira como se conseguirá o almejado. Entretanto, por que não melhorar, driblar, solucionar aquelas dificuldades, aspectos chatos que atrapalham nossas conquistas serem plenas? Ideias, sugestões e diálogo são bem-vindos para chegarmos a soluções. Além do mais, tais atitudes, visando resultados positivos, não deixam de ser “desafios e adversidades” a serem vencidos.

Ah! Ja ia esquecendo… Moral e ética são bem-vindas. De resto, “relaxa e goza!” E muito panettone!

E tenho dito! Rs

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