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| Mostra abre no dia 23 de abril e reúne itens como retratos, partituras, discos e uma flauta do músico |

Imagem: Pixinguinha, 1967. Foto de David Drew Zingg / Acervo IMS / reprodução internet

Compositor, instrumentista, arranjador e maestro, Pixinguinha (1897-1973) é personagem fundamental na história da música brasileira. Sua vida e obra serão relembradas na exposição “Pixinguinha – Naquele tempo, hoje e sempre“, que o Instituto Moreira Salles do Rio inaugura no Dia Nacional do Choro, 23 de abril, às 17h. A data é consagrada como a do nascimento do compositor – embora pesquisa recente, realizada pelo pianista Alexandre Dias, aponte 4 de maio como o dia mais provável.

No dia da abertura, às 17h30, o músico Antônio Rocha tocará uma flauta que pertenceu a Pixinguinha. O instrumento é um dos itens exibidos na mostra, que também reúne partituras, discos e objetos pessoais de Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha. O conjunto integra o acervo do músico, sob a guarda do IMS desde 2000. A seleção ainda apresenta dez retratos feitos por fotógrafos cujas coleções também estão no Instituto Moreira Salles. A curadoria da exposição é de Luiz Fernando Vianna, coordenador da Rádio Batuta, a rádio de internet do IMS.

“Conhecer mais Pixinguinha é conhecer o que há de melhor na música brasileira. O público poderá ouvir suas composições e interpretações, além de ver preciosidades do seu acervo pessoal. É uma espécie de imersão na vida e na obra dele”, afirma o curador.

Um dos destaques da exposição, a flauta, da marca Barlassina & Billoro, foi a última tocada por Pixinguinha. No início da década de 1940, ele trocou de instrumento e adotou o sax-tenor. Sob encomenda do IMS, a flauta foi restaurada neste ano pelo músico Franklin Corrêa, o Franklin da Flauta. Na exposição há um vídeo no qual Corrêa explica o processo de restauro.

Também estão presentes quatro partituras originais escritas por Pixinguinha. Há, por exemplo, uma página do arranjo que ele fez em 1938 para sua composição mais célebre, “Carinhoso”. “Ele criou, a partir do final da década de 1920 e ao longo dos anos 1930, uma escola brasileira de arranjos”, diz Vianna. “A identidade sonora de sambas e marchinhas deve muito a Pixinguinha, que também desenvolveu um jeito nosso de gravar valsas, foxtrotes e outros gêneros não nascidos aqui.”

Os retratos selecionados para a mostra são de autoria de Walter Firmo, David Drew Zingg e Maureen Bisilliat, três dos grandes fotógrafos que integram o acervo do IMS. Um dos retratos, feito por Firmo para a revista Manchete, é a imagem mais célebre de Pixinguinha: ele com seu saxofone na mão, sentado em uma cadeira de balanço, no quintal de casa. Em vídeo que está na exposição, Firmo conta os bastidores da foto.

Em um tablet, o público pode ouvir oito músicas que formam um panorama da trajetória de Pixinguinha: de uma gravação de 1914, quando ele tinha 17 anos e já era admirado como flautista, até uma de 1950 em que ele canta, fato raro. Na seleção está “Rosa”, na voz de Orlando Silva. O famoso duo com Benedito Lacerda – um no sax, outro na flauta – está representado por “Ele e eu”, registro lançado em 1947.

Objetos pessoais estão em uma das vitrines: chapéus, gravatas-borboleta, abotoaduras, caneta e outros. As páginas do passaporte têm carimbos de Paris e Buenos Aires, remetendo às importantes viagens do conjunto Oito Batutas entre 1922 e 1923. Na outra vitrine, estão discos em 78 rpm e LPs que fazem parte do acervo de música do IMS. E, ainda, o contrato que Pixinguinha assinou com a RCA Victor Talking Machine Company of Brazil em 1929, tornando-se o primeiro arranjador brasileiro contratado por uma gravadora internacional.

Além dos vídeos citados, são exibidos outros registros audiovisuais produzidos pelo IMS, como o que reúne interpretações de “Carinhoso” nas vozes de Chico Buarque, Zélia Duncan, Joyce Moreno, Carminho e Monarco.

Também há uma cronologia preparada a partir das informações disponíveis no site pixinguinha.com.br. Lançado pelo IMS em 2017, o site é o mais completo banco de informações sobre o instrumentista e compositor. Usando um leitor de QR Code no celular, o visitante da exposição poderá acessar o site e também conhecer a série de 14 programas Pixinguinha na pauta, da Rádio Batuta.

Ao reunir esse conjunto variado, o IMS reforça a importância do legado do artista, um dos grandes nomes da música nacional, como ressalta o historiador Ary Vasconcelos, em sua famosa frase: “Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas, se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.”

Exposição “Pixinguinha – Naquele tempo, hoje e sempre”
Abertura: dia 23/04, às 17h; Apresentação do músico Antônio Rocha: 17h30
Local: Instituto Moreira Salles (IMS Rio) – Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea – Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 3284-7400
Horário de funcionamento: de terça-feira a domingo e feriados (exceto segundas-feiras), das 11h às 20h
Visitação: até 3 de novembro de 2019

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| “Hora de Clarice”, com atividades sobre crônicas da escritora, acontece dia 11/12, no Rio e em SP |
Foto da escritora Clarice Lispector

Foto: Bluma Wainer. Acervo Clarice Lispector/IMS

Consagrada por romances como A paixão segundo G.H. e A hora da estrela, Clarice Lispector (1920-1977) também foi uma exímia cronista, ainda que não se sentisse totalmente à vontade com o gênero. Esse viés de sua produção será abordado na próxima edição do evento Hora de Clarice, realizado no dia 11 de dezembro (terça-feira), nas sedes do Instituto Moreira Salles (IMS) no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizado anualmente, o projeto foi lançado pelo IMS em 2011 com o intuito de fazer com que a data de nascimento da escritora, 10 de dezembro, faça parte do calendário cultural do país.

No IMS Rio serão abordados os textos de Lispector publicados na imprensa. Às 20h, a atriz Clarice Niskier lerá crônicas da escritora selecionadas por Eucanaã Ferraz, consultor de literatura do instituto. A leitura será pontuada por breves peças musicais compostas por Vitor Niskier Braga especialmente para a apresentação. Segundo Ferraz, Clarice “dobrou a língua portuguesa, que não havia chegado ainda nesse nível de experimentação, de sutileza. Ela faz no século XX o que Machado de Assis fez no século XIX.”

No IMS Paulista, a atividade terá início às 19h, com uma leitura de crônicas de Lispector realizada pela escritora Andréa del Fuego. Em seguida haverá uma palestra com Pedro Karp Vasquez, responsável pela obra da autora na editora Rocco e organizador do volume Todas as crônicas, lançado este ano. O livro reúne, pela primeira vez, na íntegra, os textos do gênero escritos por Lispector para periódicos, especialmente o Jornal do Brasil, e revistas, como Senhor Joia.

Em texto publicado no site do IMS dedicada à autora, Bruno Cosentino escreve sobre a relação de Lispector com a crônica. Resistente à ideia de escrever para ganhar dinheiro, ela costumava expor seus desconfortos com o gênero. “Na literatura de livros permaneço anônima e discreta. Nesta coluna estou de algum modo me dando a conhecer. Perco minha intimidade secreta? Mas que fazer? É que escrevo ao correr da máquina e, quando vejo, revelei certa parte minha”, afirmou. Com o tempo, no entanto, a prática proporcionou gratificação. “Escrevi nove livros que fizeram muitas pessoas me amar de longe. Mas ser cronista tem um mistério que não entendo, […] tem me trazido mais amor ainda. Sinto-me tão perto de quem me lê.”

O acervo da escritora está sob a guarda do IMS desde 2004, sendo formado por uma biblioteca de cerca de 800 livros e um arquivo com seis documentos, entre os quais manuscritos dos romances A hora da estrela e Um sopro de vida, correspondências, um caderno de notas, entre outros itens. Além de promover a Hora de Clarice, o IMS já homenageou a escritora com o volume duplo (17-18) dos Cadernos de Literatura Brasileira. Também lançou o livro Clarice Lispector – Figuras de escrita, de Carlos Mendes de Sousa, e organizou a mostra Clarice, pintora, exibida em 2009 no IMS Rio. Em 2012, criou um site dedicado à escritora.

Além das sedes do Rio e de São Paulo, o IMS Poços apresenta uma atividade educativa em homenagem à escritora. No dia 10 de dezembro, às 9h, o centro cultural realizará uma oficina com os alunos da Escola Municipal Antônio Sérgio Teixeira baseada na obra da autora. O IMS também convida parceiros e amigos para celebrar o aniversário de Lispector. Assim como nos anos anteriores, tanto a programação do IMS como a das instituições parceiras estarão disponíveis no site horadeclarice.ims.com.br.

Hora de Clarice
Local: Auditório do IMS Rio – Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea – Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 3284-7400
Data: dia 11/12
Horário: 20h
Distribuição de senhas 30 minutos antes e limite de 1 (uma) por pessoa

| Atividade faz parte do programa “Família em foco”, que promove interação, convivência e aprendizagem de forma lúdica para adultos e crianças |
Foto do Instituto Moreira Salles Rio de Janeiro

Foto: Cristiano Mascaro/reprodução site IMS Rio

No dia 8 de julho, próximo sábado, das 16h às 18h, acontecerá um jogo de pistas e descobertas sobre os jardins e a casa do Centro Cultural do Instituto Moreira Salles, projetados respectivamente por Roberto Burle Marx e Olavo Redig de Campos.

A atividade faz parte do Família em foco, programa de ações para grupos familiares que promove a interação, a convivência e a aprendizagem de forma lúdica, de adultos e crianças a partir de 6 anos de idade, e acontece no segundo sábado de cada mês. Para participar da programação é necessário retirar senha na recepção, 30 minutos antes.

Família em foco – Casa em casas
Local: Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro – Rua Marquês de São Vicente, 476 -Gávea – Rio de Janeiro – RJ
Data: dia 8 de julho, sábado
Horário: das 16h às 18h
Faixa etária: adultos e crianças a partir de 6 anos
Nº máximo de participantes: 15 pessoas
*Retirada de senha na recepção do IMS Rio, 30 minutos antes
Mais informações pelo tel.: (21) 3284-7485 ou pelo e-mail educativo.rj@ims.com.br

| Em março, a programação infantil trará prática de desenho a partir da exploração dos desenhos do cineasta Glauber Rocha |


O IMS-RJ retoma suas atividades educativas aos sábados oferecendo uma programação gratuita e diferente a cada fim de semana para crianças, jovens e adultos. Neste mês, a programação infantil trará uma prática de desenho a partir da exploração dos desenhos do cineasta Glauber Rocha – adquiridos pelo IMS em 2014 –, além de uma oficina de cianotipia, processo fotográfico que imprime em tons azuis descoberto no século XIX. Outro programa é uma visita à casa para descobrir novas texturas a partir do toque de certos elementos presentes na arquitetura e nos jardins. As atividades são para crianças a partir dos seis anos de idade, acompanhadas por responsáveis.

Todo sábado, a partir das 17h, é possível participar de visitas mediadas às exposições em cartaz ou à casa projetada na década de 1950 por Olavo Redig Campos e ao jardim de Roberto Burle Marx. A atividade é aberta ao público em geral.

Programação:

Dia 14 de março
Uma ideia na cabeça, um lápis na mão  Prática do desenho a partir da exploração do acervo de desenhos do cineasta Glauber Rocha, recentemente adquirido pelo IMS.
Horário: 15h às 16h
Faixa etária: a partir de 6 anos, acompanhados por responsáveis
Nº máx. de participantes: 10 pessoas
Retirada de senha na recepção do IMS 30 min antes

Visitas mediadas às exposições em cartaz ou à casa e ao jardim
Horário: 17h
Ponto de encontro na recepção

Dia 21 de março
Produção de cianótipos Investigação de processo fotográfico histórico, com base no jardim de Roberto Burle Marx.
Horário: 15h às 16h
Faixa etária: a partir de 6 anos, acompanhados por responsáveis
Nº máx. de participantes: 10 pessoas
Retirada de senha na recepção do IMS 30 min antes
Visitas mediadas às exposições em cartaz ou à casa e ao jardim
Horário: 17h
Ponto de encontro na recepção

Dia 28 de março
Conhecendo a partir do tato e das texturas – Uma visita à casa e ao jardim do IMS explorando o tato e os desenhos das diversas texturas de seus elementos e materiais.
Horário: 15h às 16h
Faixa etária: a partir de 6 anos, acompanhados por responsáveis
Nº máx. de participantes: 10 pessoas
Retirada de senha na recepção do IMS 30 min antes

Visitas mediadas às exposições em cartaz ou à casa e ao jardim
Horário: 17h
Ponto de encontro na recepção

Mais informações através do email educativo.rj@ims.com.br e do telefone 21 3284-7485

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea – Rio de Janeiro – RJ
Tel.: (21) 3284-7400/ (21) 3206-2500

Confira alguns eventos que acontecem no dia que ficou conhecido como a Hora de Clarice:

Foto: Reprodução internet

Foto: Reprodução internet

O Instituto Moreira Salles – IMS comemora novamente a Hora de Clarice, ocasião do aniversário da escritora Clarice Lispector (1920-1977), e promove o evento “Além do vento há uma outra coisa que sopra  Sete atos com As palavras de Clarice Lispector”, nesta terça, dia 10 de dezembro, às 19h. As atrizes Cláudia Abreu e Malu Mader farão uma leitura de frases selecionadas pelo acadêmico e pesquisador Roberto Corrêa dos Santos, curador do mais recente livro da autora,  As palavras, lançado pela Editora Rocco. A ideia é tornar a data parte integrante do calendário cultural brasileiro. As senhas serão distribuídas 30 minutos antes do evento.

Além da programação especial, o IMS criou há um ano um site dedicado exclusivamente à autora. O endereço é www.claricelispectorims.com.br. O objetivo foi proporcionar um ambiente de pesquisa bastante completo, rigoroso quanto ao mapeamento de informações, que serve não apenas para estudantes do nível médio, mas também para graduandos, pós-graduandos e admiradores da obra de Clarice. No site é possível encontrar a bibliografia da escritora comentada por especialistas; comparações de traduções em diferentes línguas de trechos de seus livros e uma cronologia ilustrada de vida e obra de Clarice feita por Nadia Gotlib, professora de literatura brasileira e estudos comparados de literaturas de língua portuguesa da USP. Gotlib é também autora de uma apresentação em áudio com comentários de fotos de família de Clarice.

Além do vento há uma outra coisa que sopra – Com Cláudia Abreu e Malu Mader
Local: Instituto Moreira Salles – Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea – Tel.: 21 3284-7400 – 21 3206-2500
Data: 10/12, terça-feira, às 19h
Concepção e direção: Roberto Corrêa dos Santos
Atenção! Lugares limitados. Distribuição de senhas 30 minutos antes do evento.

Outros eventos também comemoram o aniversário da escritora:

– O Midrash Centro Cultural promove Páginas femininas de Clarice Lispector: à procura de um rosto de mulher”,  uma palestra com Aparecida Nunes (Doutora em Literatura Brasileira), seguida de debate mediado por Joice Niskier, com a participação do rabino Nilton Bonder  e da atriz Alessandra Maestrini. O encontro será no dia 10 de dezembro, às 20h, na R. Gal. Venâncio Flores, 182 –  Leblon – Tels.: (21) 2239 1800 / 2222.

Livraria da Travessa Shopping Leblon: Também no dia 10 acontece o “Correio feminino: as crônicas femininas de Clarice Lispector”, um bate-papo com a roteirista Maria Camargo e com as figurinistas Thanara Schonardie e Luciana Buarque, do quadro “Correio de Clarice”, do Fantástico (TV Globo), com mediação de Teresa Montero. A livraria fica na R. Afrânio de Melo Franco, 290, loja 205 A – Leblon – Tel.: (21) 3138-9600.

Teatro Amazonas, Manaus - AM, c. 1966 -  Marcel Gautherot/ Acervo Instituto Moreira Salles

Teatro Amazonas, Manaus – AM, c. 1966 – Marcel Gautherot/ Acervo Instituto Moreira Salles

Instituto Moreira Salles (IMS) apresenta a exposição Marcel Gautherot – Norte. Com 30 imagens do fotógrafo francês feitas na Amazônia brasileira entre os anos 1940 e 1970, a mostra acontece no Espaço Itaú de Cinema, em Botagogo, zona sul do Rio, de 25 de abril a 27 de julho.

Gautherot nasceu em Paris em 14 de julho de 1910. Radicado no Brasil desde 1940, dedicou-se a viajar por todo o país, registrando aspectos mais variados da vida nacional: das cidades históricas de Minas Gerais às festas populares do Nordeste, da paisagem amazônica à arquitetura modernista do Rio de Janeiro e de Brasília. Gautherot faleceu no Rio de Janeiro, em 8 de outubro de 1996. Em 1999, seu acervo de mais de 25.000 imagens passou a integrar a coleção fotográfica do (IMS).

O artista veio ao Brasil pela primeira vez em 1939 e desejava subir e fotografar todo o curso do Rio Amazonas, mas a viagem não foi muito longe, interrompida pela Segunda Guerra Mundial, que também o obrigou a se radicar no Brasil um ano depois.

Exposição Marcel Gautherot – Norte
Local: Espaço Itaú de Cinema Rio de Janeiro – Praia de Botafogo, 316 – Botafogo
Período: De 25 de abril a 27 de julho de 2013 – Todos os dias, das 13h às 22h

Foto: divulgação/site

A escritora é homenageada no evento “Uma noite com Lygia“, realizado pelo Instituto Moreira Salles (IMS). A atriz Júlia Lemmertz fará uma leitura aberta ao público dos contos “Pomba enamorada ou uma história de amor” e “Natal na barca”, escritos pela imortal.

Também fazem parte da homenagem a leitura de dois contos de Lygia gravados pela própria escritora: “A estrutura da bolha de sabão” e “As formigas”, que vão ao ar na Rádio Batuta, além da publicação de um documento do seu arquivo no Blog do IMS. Elvia Bezerra, coordenadora do acervo de Literatura do Instituto, fará uma apresentação sobre a correspondência entre Lygia Fagundes Telles e Erico Verissimo, autor cujo arquivo também está sob a guarda do IMS. De acordo com informações do Instituto, os dois ficcionistas começaram a amizade a partir de uma carta escrita por Lygia em 1940 e enviada ao escritor gaúcho, quando ela ainda não o conhecia. Foi o início de uma longa amizade.

Atenção! Lugares limitados. A distribuição de senhas começa a partir das 19h.

Evento: Uma noite com Lygia  Leitura de contos por Júlia Lemmertz
Data: 18 de abril de 2013, às 20h
Local: Auditório do IMS-RJ – Instituto Moreira Salles  – Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea
Tels.: (21) 3284-7400/ (21) 3206-2500

Geraldo Sarno: a linguagem do cinema

Foto: divulgação/site

O diretor de cinema participa de um debate aberto ao público neste sábado, dia 30, no Instituto Moreira Salles.

O diretor de O último romance de Balzac e Viramundo, entre outros filmes, tem seus trabalhos exibidos na mostra “Geraldo Sarno: a linguagem do cinema, em cartaz no IMS-RJ até o dia 5 de abril. Atenção! Este evento não é gratuito, apenas o debate do dia 30.

O evento, com 25 filmes do diretor, vai de 22 de março a 5 de abril, os preços dos ingressos variam da seguinte forma:

– (terça a domingo): R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia); Passaporte: R$ 40 válido para 10 sessões das mostras organizadas pelo IMS.

Instituto Moreira Salles – IMS

Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea

Tels.: (21) 3284-7400; Fax: 21 2239-5559

Link para o blog do IMS

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