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| Organização Arte de Viver comandará encontros com foco no autodesenvolvimento |

Foto: divulgação

Em parceria com a organização internacional Arte de Viver, o Fashion Mall organizou um mês de encontros com foco no autodesenvolvimento. O evento começará no dia 10 de abril e acontecerá quinzenalmente, às terças-feiras de abril e maio, sempre às 20h, no segundo piso do shopping, Em São Conrado, na Zona Sul carioca. O shopping receberá a organização para um bate-papo com programas sobre meditação, que promete trazer profunda paz interior. As vagas são limitadas.

O intuito da Arte de Viver é oferecer programas que facilitam a eliminação de estresse e criam paz interior, felicidade e bem-estar para todos indivíduos através de técnicas de respiração, meditação, yoga, e sabedoria prática para o dia a dia. A organização foi fundada pelo líder humanitário e espiritual Sri Sri Ravi Shankar, embaixador da paz no Sri Lanka, Cachemira, Paquistão, Israel e Colômbia. Ele explica que o principal valor da Arte de Viver é encontrar a paz interna e unir pessoas.

“A Arte de Viver é um princípio, uma filosofia sobre viver a vida ao seu máximo potencial. É mais um movimento do que uma organização. Seus valores principais são encontrar a paz interna e unir pessoas da nossa sociedade – de diferentes culturas, tradições, religiões, nacionalidade; e lembrar a todos nós que temos apenas um objetivo: apoiar a vida em todos os lugares.” Declara, Sri Sri Ravi Shankar.

Programação:
Dia 10/04 – Mente e Meditação: Vivendo com mais vitalidade, saúde e paz interior
Dia 24/04 – Fontes de energia para uma vida mais plena
Dia 08/05 – Como lidar com o estresse no cotidiano
Dia 22/05 – Benefícios da respiração e meditação no gerenciamento do estresse

Fashion Talks – Organização Arte de Viver – Encontros com foco no autodesenvolvimento
Local: Fashion Mall (piso L2) – Estrada da Gávea, 899 – São Conrado – Rio de Janeiro – RJ
Datas: dias 10 e 24/04 e 8 e 22/05/2018 (terças feiras)
Horário: 20h

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| Performance “Tempestuosa Depressagem” dialoga com vivências subjetivas do ser humano |

Foto divulgação

O Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro apresenta, no dia 7 de abril, às 19h30, a “Tempestuosa Depressagem“. A  performance artística retrata as nuances e desdobramentos da síndrome do pânico e da depressão em mulheres negras com foco na dificuldade que elas têm de assumir e admitir as subjetividades da saúde mental.
“A depressão, o mal do século XXI, atinge todas as faixas populacionais, porém por conta de um racismo histórico e estrutural, estas subjetividades humanas foram negadas à população negra. Na performance, para além das próprias experiências corporais e psicológicas de quando foi acometida pela síndrome do pânico, a curadora e idealizadora do projeto, Flavia Souza, trará, através de uma dramaturgia verbal e corporal, relatos próprios e de outras mulheres negras com experiências semelhantes.”
A proposta é a de trazer à tona essa discussão e, ao mesmo tempo, poder humanizar esses sofrimentos a fim de que a problemática seja percebida por todos e como um alerta para aqueles que sofrem com a doença, para que procurem ajuda. A direção é de Tatiana Tibúrcio.
“Tempestuosa Depressagem é uma performance que dialoga com as vivências subjetivas do ser humano. Estas sensações são de difícil compreensão para a maioria da população. E nós, da população negra, temos a dificuldade de assumir e admitir quando somos acometidos psicologicamente. Desde a época do navio negreiro, a população negra já sofria e se suicidava por depressão, na ocasião chamada de banzo, e tida como um mal que só acometia aos escravizados. E assim nada foi feito para combater a patologia da relação mente e alma. E os pretos foram, como sempre, deixados de lado e, sem o condicionamento para reconhecer o problema, eles tiveram potencializados seus distúrbios, pois o direito à humanidade foi negado. No que diz respeito às mulheres negras, a sociedade brasileira se condicionou a uma cobrança excessiva, pregando que esta é uma fortaleza ambulante e não sente nada, conseguindo lidar bem com tudo. Segundo Djamila Ribeiro, por conta das violências pelas quais as mulheres negras passam, criou-se o mito da mulher negra forte, guerreira, que enfrenta tudo. Mulheres negras precisam ser fortes porque o Estado é omisso e desumano, porque também não reconhece nelas suas fragilidades que são próprias da condição humana. Sabemos que esta é uma construção racista e que traz uma ideia de que somos mais objeto do que humanos. Percebi que ao lidar com a saúde mental o problema é invisibilizado e silenciado entre a população negra. O autocuidado é praticamente inexistente, e isto é herança que o banzo nos deixou”, relata a idealizadora do projeto, Flavia Souza.
Flavia criou em 2017 MOVIMENCURE (movimento que cura). O Movimento tem como proposta debruçar e pesquisar sobre essa patologia da qual foi vítima. “A partir das manifestações culturais, circulares e acolhedoras, onde movimenta a energia que cada ser carrega em si, encontrei uma possibilidade de cura, trazendo, dessa maneira, uma reflexão através da ancestralidade”, diz.
“Através de pesquisas e oficinas, montei um pequeno fragmento solo, com participações e intervenções de vídeos com relatos sobre saúde mental, psíquica, sobre a construção de um ser forte, sobre a dificuldade que pessoas, principalmente negras, têm de admitir que estejam sofrendo e precisando de cuidados e sobre como, onde e quando podemos e devemos buscar ajuda. É sabido que o corpo fala e dialoga sobre tudo, sobre cura, angústia e ancestralidade”, afirma a artista.
O projeto Tempestuosa Depressagem foi contemplado no I PRÊMIO CULTURA + DIVERSIDADE da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. 
Tempestuosa Depressagem
Local: Teatro Angel Vianna – Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro – Rua José Higino, 115 – Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
Data: dia 7/04
Horário: 19h30
Classificação: livre
| Atividade acontece às quartas-feiras, das das 20h às 22haté o dia 14 de dezembro deste ano |

Foto: Celina Camargo/divulgação

A Cidade das Artes promove encontros de meditação Deeksha, às quartas-feiras, das 20h às 22haté o dia 14 de dezembro de 2017. A atividade é aberta a pessoas de todas idades, sem restrições. Os participantes são orientados a levar um tapete de yoga para sentar e deitar em Shavasana (relaxamento), água para seu consumo e um agasalho ou echarpe para se proteger do vento e frio. Dúvidas e informações são respondidas pelo e-mail deekshabarra@gmail.com.

A Deeksha é uma energia inteligente e sutil transmitida por um doador através de um toque suave no Chakra coronário (topo da cabeça). Ela leva a pessoa a vivenciar o estado de meditação imediata.

Explicando de forma mais técnica a Deeksha: age progressivamente remodelando e reequilibrando a atividade neuroendócrina – elevando os níveis de ocitocina e serotonina (hormônios do bem estar) e diminuindo os níveis do cortisol e outros neurotransmissores do Stress crônico; cria novas sinapses no cérebro levando a mudança na percepção dos fatos da vida, nas emoções e no agir; eleva o Nível de Consciência permitindo VIVER de forma plena e descobrir o extraordinário no cotidiano da vida.

Benefícios: saúde física, emocional e espiritual; redução da ansiedade; experiência de bem estar, prazer e alegria; paz interior; clareza mental e objetividade; aumento da concentração; autoconhecimento; harmonia nos relacionamentos; conexão com o eu superior/eu divino (sua verdadeira essência); expansão de consciência.

Encontros de meditação
Local: Sala III  da Cidade das Artes – Av. das Américas, n° 5.300 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 3325-0102
Período: quartas-feiras – até 14/12/2017
Horário: 20h às 22h

Fonte: site Cidade das Artes

 

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