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| Aula será ministrada pelo professor Washington Nascimento, da Uerj |
foto do Cais do Valongo

Foto: reprodução site Prefeitura do Rio de Janeiro

professor Washington Nascimento, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Uerj, ministrará a “Aula pública: de onde vieram os africanos do Rio de Janeiro?“, no dia 07 de outubro, às 14h, no Cais do Valongo. O evento será uma boa oportunidade para conhecer ou visitar novamente esse patrimônio histórico da cidade do Rio de Janeiro, na Zona Portuária da cidade, revitalizado recentemente.

O Sítio Arqueológico Cais do Valongo foi declarado Patrimônio Mundial da Humanidade pelo Comitê do Patrimônio Mundial, ligado a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), em julho deste ano. Confira a seguir o texto disponível no evento criado no Facebook:

“O Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, foi aquele que recebeu o maior número de africanos das Américas. As maiores fontes eram o Congo e Angola. A despeito de sabermos um pouco mais sobre a história do porto (até por conta de ter sido recentemente declarada Patrimônio Mundial da Unesco) nossos conhecimentos sobre os povos que habitavam os atuais Congo e Angola ainda são parcos.

Apenas temos uma ideia de que eram bantos uma designação genérica, que explica pouca coisa, criada a partir de afinidades linguísticas., que remetem a uma remota origem comum e a um movimento de lenta ocupação de boa parte do território africano (do Rio Camarões até a África do Sul).

O Congo foi um dos mais importantes reinos do continente Africano, centralizado em torno de um soberano (o Manicongo), tinha moeda única, o Zimbo e controlava boa parte dos atuais Congo e Angola. Com a chegada dos portugueses se torna também, por iniciativa própria, o primeiro reino cristão da África subsaariana, ampliando seu poder e mantendo embaixadas em Portugal, Holanda e Vaticano, além de outras regiões dentro da África como Etiópia. No século XV tratava-se de um estado forte, centralizado, conectado e negociando com o mundo.

Já Angola é derivado do reino do Ndongo. Seu chefe carregava o titulo de ngola a kiluanje. O principal povo formador foram os kimbundus. Aspectos mítico- religiosos deste universo Kimbundu, como praticas de cura (A “Umbanda”), os “gênios da natureza” (kiandas e kitutas) e sacerdotes (kimbandas e kilambas), transitaram no universo atlântico configurando o universo brasileiro também.

Falar dos povos africanos que habitavam os atuais Congo e Angola é o objetivo da aula pública ministrada pelo professor Washington Nascimento (UERJ) no dia 07 de Outubro, as 14:00 horas no Cais do Valongo, junto com sua turma de História da África da UERJ e com o apoio do Cahis-UERJ e do “Textão: o jornal da história – UERJ/Maracanã”.

A aula é pública, aberta a todos os interessados e interessadas. A atividade é também uma forma de mostrar que a UERJ está viva e nas ruas. Nos encontramos lá!”

Mais informações no evento no Facebook.

Aula pública: de onde vieram os africanos do Rio de Janeiro?
Local: Cais do Valongo – Av. Barão de Tefé, s/n° – Saúde – Rio de Janeiro – RJ
Data: dia 07/10 (sábado)
Horário: 14h

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| Circulando pelo Campo de Santana, da Proclamação da República e de São Jorge Guerreiro |

Foto: IAB RJ – reprodução

Nesta quinta-feira, dia 31 de agosto, acontecerá mais uma edição do projeto Roteiros Geográficos do Rio. O ponto de encontro da aula passeio a pé será às 14h, junto ao bondinho no interior do Centro Cultural Light, na Avenida Marechal Floriano, n° 168, no Centro do Rio de Janeiro. Com o tema “Circulando pelo Campo de Santana, da Proclamação da República e de São Jorge Guerreiro”, o encontro terá o seguinte itinerário:

Centro Cultural Light – Itamarati – Central do Brasil (visita) – passagem subterrânea – Casa do Marechal Deodoro – Arquivo Nacional/Casa da Moeda (visita) – Rádios MEC Am / Fm – Faculdade de Direito UFRJ (visita ao antigo Senado) – Circulando no interior do Campo de Santana, das festividades e rituais religiosos, do casamento de D. Pedro e da Imperatriz Leopoldina, da aclamação popular de Dom João VI, do samba O Pato de Jaime Silva e Neusa Teixeira gravado por João Gilberto – do ajardinamento de Glaziou – Corpo de Bombeiro – Igreja de São Jorge (visita)

Em caso de tempo chuvoso, o roteiro será cancelado. A organização orienta aos interessados que entrem em contato pelo (21) 98871-7238 para confirmar a realização do evento.  

O Roteiros Geográficos do Rio é um projeto do NeghaRIO (Núcleo de Estudos sobre Geografia Humanística, Artes e Cidade do Rio de Janeiro) – do Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

“O projeto promove caminhadas gratuitas na área central do Rio de Janeiro durante o dia e à noite, e em outros pontos da urbe carioca, tais como os bairros Glória, Catete e Flamengo, bem como Copacabana, a “princesinha do mar”, e o bairro planejado Vila Aliança, situado na Zona Oeste da cidade, sendo este o único necessitando de um esquema de vans, ainda que no referido bairro proletário o roteiro seja feito a pé.

Os eventos descortinam a geografia, a história, a arquitetura, a religiosidade, as artes e a cultura, afora o cotidiano da cidade, revelando seus meandros, gênese, expansão, simbologias e metamorfoses. Tal iniciativa se insere no conjunto de medidas com vistas à promoção da auto-estima de sua gente em relação ao seu próprio universo vivido, convidando, igualmente, para essa ciranda empática, turistas brasileiros e estrangeiros. O projeto procura resgatar o espaço urbano carioca, traduzindo, dessa forma, a cidade como um livro aberto a ser explicado, ampliando, assim, os domínios do conhecimento dos participantes sobre a própria geografia na qual criam, atuam e vivem. Trata-se de uma maneira vibrante e direta de se aprender geografia e a vida de relações da cidade, a partir das exposições do professor e dos bolsistas em lugares coletivos e ambientes fechados na cidade do Rio de Janeiro.” A coordenação é do professor doutor João Baptista Ferreira de Mello.

Os passeios acontecem periodicamente e já há programação até outubro deste ano. Mais informações podem ser obtidas pelo site do projeto, o endereço é www.roteirosdorio.com.

Projeto Roteiros Geográficos do Rio – “Circulando pelo Campo de Santana, da Proclamação da República e de São Jorge Guerreiro”
Data: dia 31/08
Horário: 14h
Ponto de encontro da aula passeio a pé: junto ao bondinho no interior do Centro Cultural Light
Tel.: (21) 98871-7238

Foto/arte: divulgação

| Mostra é integrada ao I Congresso de Estudos da Infância – Diálogos Contemporâneos, a ser realizado pelo Departamento de Estudos da Infância |
foto externa da Uerj

Foto: reprodução site FSS- Uerj

A Faculdade de Educação (EDU) da Uerj recebe entre os dias 8 e 10 de agosto a Exposição “Infância: Visagens”. Integrada ao I Congresso de Estudos da Infância – Diálogos Contemporâneos, a ser realizado pelo Departamento de Estudos da Infância (DEDI) da EDU, a mostra contará com desenhos de alunos da educação infantil, fotografias elaboradas por crianças, além de diversas bonecas representando o universo e a visão infantil sobre o mundo.

A mostra procura revelar os ângulos de visão da infância. “Que silhuetas, formas, fisionomias, que rostos têm as infâncias? Que caretas-apelos-provocações fazem? Que infâncias nos interpelam? São perguntas como estas que dão vida a esta exposição”, segundo palavras das curadoras Beatriz Fabiana Olarieta, Conceição Firmina Seixa Solva, Lisandra Ogg Gomes e Rita Ribes.

Durante os três dias de congresso, a exposição estará aberta ao público no hall do 12º andar da Faculdade de Educação da Uerj– Campus Maracanã.

 

Uerj/SR-3/DECULT/COEXPA apresentam a exposição “Infância: Visagens”
Inauguração: dia 8/08 de 2017
Visitação: até 10/08 de 2017
Horário: Contínuo
Local: Hall do 12º andar da Uerj – Rua São Francisco Xavier, n° 524 – Maracanã – Rio de Janeiro/RJ
Informações pelo tel.: (21) 2334-0114

| Pesquisa, que mapeou 15 municípios fluminenses, foi conduzida por estudantes de graduação da instituição de ensino |
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Após cinco anos de pesquisa, a  UERJ vai entregar ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) o Inventário Nacional de Referências Culturais das Folias de Reis do Estado do Rio de Janeiro, na próxima sexta-feira, dia 10 de junho, solicitando o registro desta manifestação como Patrimônio Imaterial Brasileiro. O mapeamento realizado em 15 municípios fluminenses é fruto do termo de cooperação técnica firmado entre a universidade e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

A tradição das Folias de Reis chegou ao Brasil  na época da colonização portuguesa. Embora de origem católica, é grande o sincretismo com outros sistemas religiosos, em especial aqueles de matriz africana. Com isso, no período de 25 de dezembro a 20 de janeiro, os devotos se uniformizam e assumem personagens com funções e significados distintos, como mestre, contra-mestre, músicos, palhaços e soldados, encenando a  história da peregrinação dos três Reis Magos ao local de nascimento de Jesus, com músicas e cantos.

”O resultado desse trabalho vem identificar o valor cultural do festejo, assim como apontar possibilidades de promoção e manutenção de tão importante expressão”, afirma a professora Cáscia Frade, supervisora da pesquisa, que foi conduzida por estudantes de graduação. Para o diretor do Departamento Cultural da UERJ, Ricardo Lima, é de fundamental importância o estudo dessa tradição que vem passando de pai para filho, reforçando laços de solidariedade e reafirmando as relações de pertencimento, que poderá ser desdobrado em um plano de salvaguarda das Folias de Reis do estado”, declara.

A cerimônia de entrega do documento com o pedido de registro está marcada para às 15 horas, no auditório do  IPHAN/RJ, na Avenida Rio Branco, 46, Centro, com a presença de diversos mestres e integrantes das Folias de Reis.

Foto: reprodução internet

Foto: reprodução internet

Começa nesta segunda-feira, dia 6 de junho, a ECOAR, Semana de Ocupação Ambiental do Centro Cultural da UERJ (Coart). Com oficinas de artesanato, fotografia, dança, jardinagem e mutirões, a Coart objetiva pensar, discutir, sentir e agir pelo meio ambiente, promovendo diversas atividades gratuitas em diferentes horários.

Fotos de temas distintos transformam o local em uma grande galeria a partir da abertura do evento. Mutirões de restauração de cadeiras e limpeza coletiva serão organizados com a orientação de Ingrid Becker, que ministrará oficinas de bricolagem, nos dias 7 e 8 de junho, às 9h e às 14h.

Durante todo o período, de 10h às 21h, um espaço para escambo será criado. Todos os objetos que não forem trocados até o fim da ECOAR serão doados aos funcionários terceirizados da universidade.

Para participar do movimento de resistência e ocupação, confira a programação completa:

Dia 6 de junho:

10h e 15h – Workshop de encadernação artesanal com a professora Elaine Torres. Dentro do conceito da indústria criativa, serão confeccionados blocos de anotações com reaproveitamento de materiais.
18h – Abertura da exposição de fotografia “Vim Chorar Aqui” de George Magaraia.

Dia 7 de junho:

16h30 – Exibição do filme “Zona de Risco” dirigido por Nanci de Freitas e produzido pelo grupo Mirateatro – Espaço de Estudos e Criação Cênica, além de debate com a diretora e a equipe sobre o projeto de extensão.
18h – Vivência através da cerâmica e da jardinagem, sob coordenação da professora Isabela Frade, com as arte-educadoras Clarice Rangel e Alice Baldoino.

Dia 8 de junho:

10h – Oficina de cianotipia (técnica fotográfica) ministrada por Cyntia Cavalcante, sob coordenação de Thereza Rosso.
14h – Exibição dos vídeos “Indiciais” e “Ato público do lixo da UERJ” seguidos de roda de conversa com a professora Inês de Araújo e seu grupo de estudo.

Dia 9 de junho:

15h – Conceito, prática e poesia da dança cigana com a professora Ana Maria Gonçalves.
17h – Mostra dos filmes “Percursos Patrimoniais”, “Norte, sul, leste e oeste”, “Amazônia” e “Terra das águas”.
19h – Apresentação do coral Vozes Cariocas.

Dia 10 de junho:

14h – Mostra de artigos sustentáveis (produzidos na aula da professora Elaine Torres e itens da cerâmica), terapias holísticas, etc.
15h – Tarde de autógrafos e bate-papo com as autoras do Livro “O que é do coração? Sagrado ou Profano?”, Angelina da Conceição e Mary Trarback.
16h – Performance com o grupo Christie de psicomotricidade.

ECOAR – Semana de Ocupação Ambiental do Centro Cultural da UERJ 
Local: Coart UERJ –  Centro Cultural da UERJ – Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Rio de Janeiro – RJ
Período: de 6 a 10/06/2016
Horário: das 10h às 21h, conforme programação
Informações: 2334-0625

 

| Para participar do “COART às sextas”, público deverá doar um quilo de alimento não perecível, que será destinado aos funcionários terceirizados que estão há meses sem receber salários |

O Centro Cultural da UERJ recebe no dia 3 de junho a quinta edição do “COART às sextas“, com um festival de bandas para a universidade. Com a participação de “O Grito”, “A Última Sessão” e “Traqitana”, a noite tem o rock como principal vertente musical e está programada para começar às 18h30

Além do lazer, a atividade tem um fim social. Para participar dos shows, o público deve doar um quilo de alimento não perecível, que será destinado aos funcionários terceirizados que estão há meses sem receber salários.

O evento semanal ocorre sempre às sextas-feiras, em parceria com o Café República, e conta com uma programação diversificada, criando um espaço de encontro. O público tem a oportunidade de participar de aulas de dança e conhecer a produção cultural do local.

COART às sextas: Festival de bandas 
Data: dia 03/06/2016
Local: Centro Cultural da UERJ
Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Rio de Janeiro – Campus da UERJ
Tel.: (21) 2334-0625
Horário: 18h30

| Apresentações musicais e leituras performáticas compõem o evento, 4 de novembro, no Centro Cultural da  universidade |
Foto do Cazuza

Foto: Reprodução internet

A quarta edição da Licença Poética homenageia o cantor e compositor Cazuza através de atividades repletas de poesia. Apresentações musicais e leituras performáticas compõem o evento, que acontece no dia 4 de novembro, no Salão 02 do Centro Cultural da UERJ, a partir das 18h30.

O projeto terá convidados como os poetas Lucas Matos e Patrícia Bastos, além dos músicos Victor Mus e Pedro Fadel.  O público poderá participar na hora do “microfone aberto”, quando estarão disponíveis para leitura letras e poemas do homenageado.

UERJ/SR-3/DECULT/COART apresentam:
Licença Poética | poesia de todas as coisas – Edição Cazuza
Data: dia 04 de novembro, quarta-feira, às 18h30
Local: Salão 02 do Centro Cultural da UERJ – Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2334-0625

 

| A 26ª edição do “UERJ SEM MUROS” terá apresentações musicais, feira de serviços na área da saúde, exposições e aulas de dança |
Foto do Grupo Música Surda

Foto: Divulgação

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) realiza, entre 21 e 25 de setembro, a 26ª edição do UERJ SEM MUROS. O evento mobiliza a universidade para apresentar à sociedade a produção acadêmica realizada nas diversas áreas de conhecimento, envolvendo ensino, pesquisa, extensão e cultura.

Entre as atividades estão apresentações musicais. Som instrumental, músicas de bandas independentes, além da mistura entre samba, funk e rock embalados por instrumentos de percussão diversos. São vários shows gratuitos, que vão acontecer nos dias 21, 22 e 24 de setembro, no Teatro Odylo Costa, filho e na Concha Acústica.

Na próxima segunda-feira, o grupo Música Surda mescla erudição com poesia, mostrando canções inéditas com guitarra portuguesa e violões de 6 e 8 cordas, baseadas em poemas de Carlos Drumond de Andrade, Garcia Lorca, Fernando Pessoa, entre outros, no foyer do Teatro Odylo Costa, filho, às 19h.

No dia seguinte, é a vez da bateria universitária Tocando Saúde, que promete animar o público com repertório eclético, unindo samba, funk, MPB e reggae, na Concha Acústica, às 17h.  Na quarta-feira, tem revival do Rock in Rio 85, com o grupo AH!BANDA, às 12h, no hall dos elevadores.

A programação da semana se encerra com o show Identidade, na quinta-feira, com uma seleção de grupos independentes, além de composições autorais da AH!BANDA, no Teatro Odylo Costa, filho, às 15h.

26ª UERJ SEM MUROS 
Local: Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Tel: 2334-0681

 

Dia 21/09 – segunda-feira: Música Surda
Local: Foyer do Teatro Odylo Costa,filho
Horário: 19h

Dia 22/09 – terça-feira: Tocando Saúde
Local: Concha Acústica
Horário: 17h

Dia 23/09 – quarta-feira – Rock in Rio 85
Local: Hall dos elevadores
Horário: 12h

Dia 24/09 – quinta-feira: Ah! Banda, com o show Identidade
Local: Palco do Teatro Odylo Costa, filho
Horário: 15h

O evento também promove atividades como uma feira de prestação de serviços na área da saúde, exposições, aulas de dança, como forró e samba, apresentação de recital, de poesias. Clique aqui e confira a programação completa.

Feira de Prestação de Serviços

Serão oferecidos serviços como: vacinação, tipagem sanguínea, teste de glicemia, IMC, odontologia, aleitamento materno, higiene pessoal, prevenção à hanseníase, primeiros socorros e orientações sobre transplante de medula óssea. Também haverá instruções sobre e consumo sustentável e código de defesa do consumidor.

 

Foto/arte: Reprodução internet

Foto/arte: Reprodução internet

Nos dias 28 e 29 de maio, às 19:30h, alunos de teatro da escola O Tablado apresentam o clássico de Nelson Rodrigues no Teatro Odylo Costa, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Uerj.

“A peça conta a história de um homem que é atropelado na Praça da Bandeira, no Rio, e pede um beijo a Arandir, um jovem de coração puro e atormentado. Presenciando a cena de beijo entre os dois homens, o repórter do jornal Última Hora, Amado Ribeiro, que também é retratado no folhetim “Asfalto Selvagem”, transforma o último desejo de uma pessoa agonizante em manchete principal. O sensacionalismo da mídia é apresentado assim por meio do “Última Hora”, que altera completamente a história, colocando Arandir como um criminoso que empurrou o amante e depois o beijou.”

A montagem tem direção de Fernando Melvin. No elenco, André Alves, Andreia Sobrinho, Bruna Medina, Eduarda Studart, Felipe Zava, Gustavo Sanoli, Hugo Lobo, Isabela Cunhã, João Garaza, Keren Hapuque, Lucas Gomes, Luci Ponte, Luiz Alfredo Montenegro, Marcio de Andrade, Marcio Silva, Maria Julia Lacaille, Neide Viegas, Paula Neves, Raquel Bonfante, Ricardo Monteiro, Thais Sena, Virginia Freitas, Wescley Di Luna e Yuri Cardoso.

O texto do livro publicado em 1960 foi inspirado em um fato verídico, que aconteceu com um repórter do Jornal O Globo, o seu atropelamento. No chão, ao perceber que estava perto da morte, o jornalista pediu um beijo a uma jovem que tentava ajudá-lo. Foi adaptado duas vezes para filme e também para quadrinhos.

A peça teatral, permeada por ingredientes como sexualidade, intrigas, falta de ética da imprensa, polícia e crise familiar, foi escrita por Nelson Rodrigues em 1960, especialmente para o Teatro dos Sete. Em 1961, com direção de Fernando Torres, estreou no Rio de Janeiro, encenada por atores renomados como Fernanda Montenegro, Sérgio Britto e Ítalo Rossi. No cinema, a primeira versão foi em 1963, com direção de Flávio Tambellini e com Reginaldo Faria, Norma Blum, Xandó Batista e Jorge Dória nos papeis centrais. A segunda foi em 1981, com direção de Bruno Barreto e, no elenco, Ney Latorraca, Tarcísio Meira, Christiane Torloni e Daniel Filho.

Para assistir ao espetáculo, basta comparecer com antecedência ao local. Não haverá distribuição de senhas, a entrada estará sujeita à lotação do teatro. Capacidade: 950 lugares.

O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues
Local: Teatro Odylo Costa, filho – Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã
Data: 28 e 29/05, quarta e quinta-feira
Horário: 19:30h
Duração: 70 min.
Classificação indicativa: 16 anos
Capacidade: 950 lugares

Para enviar sugestões de atividades gratuitas ou parcerias, entre em contato conosco, envie-nos as informações e/ou releases! Utilize o formulário abaixo ou envie sua mensagem para o e-mail degracaeuvou1@gmail.com. Curta a nossa página no Facebook!

Foto/arte: Reprodução

Comemorando 20 anos, a Mostra terá sessões de cinema, debates e mesas-redondas no Centro Cultural da Justiça Federal e na Uerj entre os dias 12 e 17 de dezembro. O evento busca valorizar documentários de caráter etnográfico, mapeando produções nacionais e internacionais. De acordo com a organização, o evento repercutiu no Brasil e no exterior e inspirou a criação de festivais em outras cidades, como Belo Horizonte, Manaus e Recife.  A curadoria é da antropóloga Patrícia Monte-Mór e coordenação de José Inácio Parente, fotógrafo, documentarista e psicanalista.

Programação no Centro Cultural da Justiça Federal
Programação de Filmes e debates:

Fórum de Cinema e Antropologia
Dia 12/12 – Filmes serão exibidos a partir das 14:30h. Senhas 1 hora antes. Sujeito a lotação da sala.
Carioca era um Rio, 74 min, de Simplício Neto
Depois rola o mocotó, 52 min, de Débora Herszenhut
A Batalha do Passinho, 72 min, de Emílio Domingos

Mesa redonda
Dia 12 /12, às 18:30h. Aberta ao público. Senhas 1 hora antes. Sujeito a lotação da sala.
A Mostra com o papel de formação
Simplício Neto (cineasta, Professor cinema UFF)
Débora Herszenhut – (mestranda em antropologia/IFCS-UFRJ, documentarista)
Eliska Altmann – Socióloga e pesquisadora de cinema (UFRRJ)
Emílio Domingos – (cineasta e cientista social)
Divino Tserewahu, cineasta.
Coordenação: José Inacio Parente (Fótografo, documentarista e psicanalista)

Dia 13/12 – Filmes serão exibidos a partir das 14:30h. Senhas 1 hora antes. Sujeito a lotação da sala.

Coutinho.doc: apto 608, de Beth Formaggini, 51 min.
Jean Rouch, subvertendo fronteiras, de Edgar Teodoro da Cunha, Ana Lucia Ferraz, Paula Morgado, Renato Sztutman, 41 min.
A língua do Peixe, Awayunync Kamayura, Samurai Kamayura, Tawana Kalapalo. Ficção 11 min.
Segredo, de Aiukuri Kuikuro, Amini Kuikuro, Kaiautá Kalapalo, Monai Kuikuro, Tuguhi Kuikuro, 13 min.

Mesa redonda
Dia 13/12, às 18h. Aberta ao público. Senhas 1 hora antes. Sujeito a lotação da sala.
20 anos de Mostra. Balanço: Caminhos da Antropologia Visual, novas perspectivas e desafios

Carlos Alberto de Mattos (critico de cinema)
Marc Piault (antropólogo visual, EHESS, diretor Festival Jean Rouch/Paris).
Edgar Teodoro da Cunha (antropólogo visual/LISA/USP)
Ruben Caixeta de Queiroz (antropólogo, diretor Fórum.doc/UFMG/BH).
Silvio Da-Rin (cineasta).
Coordenação: Patrícia Monte-Mór (antropóloga, NAI/UERJ).

Programação na UERJ – Auditório Cartola

Dia 16 dezembro, às 18h.
O Mestre e o Divino, de Tiago Campos, 83 min.
Debate com Patrícia Monte-Mór (NAI-UERJ/VNA) e com o antropólogo José Bessa (FACED-UERJ/VNA)

Dia 17 de dezembro, às 17:30h.
Conversa com Gilberto Velho, de Patrícia Monte-Mór, 24 min.
Depois rola o Mocotó, de Débora Herszenhut, 52 min.
A Batalha do Passinho, de Emilio Domingos, 72 min.
Debate com os realizadores.

Informações: pro.interior@gmail.com
Interior Produções. Tel.: 21 22394691

Foto/arte: divulgação

CAMP! – Arte e Diferença começa hoje e vai até o dia 20 de setembro. O evento conta com exposição, debates e mostra de filmes. Confira as informações abaixo!

“UERJ afirma vanguarda social na luta por direitos civis em evento sobre diversidade em parceria com UFRJ

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, confirma sua posição de liderança na condução da implementação de políticas públicas que reconhecem o protagonismo juvenil e promovem o empreendedorismo de grupos sociais minoritários ao propor à FAPERJ a realização de um evento multidisciplinar sobre as representações da diversidade sexual nas artes brasileiras.

O evento CAMP! – Arte e Diferença, sob coordenação do Prof. Denilson Lopes Silva (UFRJ), é o primeiro projeto que agrega as três coordenações do Departamento Cultural da Sub-Reitoria de Extensão e Cultura da UERJ em torno de um tema transversal, a questão da diversidade sexual e sua relação com as expressões estéticas de artistas brasileiros.

Com programação que envolve uma exposição na Galeria Candido Portinari da UERJ, com curadoria do Prof. Marcelo Campos, do Instituto de Artes da UERJ, em colaboração com a equipe da Prof. Cascia Frade, Coordenadora de Exposições de Arte e Cultura do DECULT/SR-3; mostra de filmes na Concha Acústica, com apoio da Divisão de Teatros, liderada pela Prof. Maria Lúcia Galvão, do Instituto de Artes da UERJ e uma programação de debates realizados no Auditório Cartola do Centro Cultural da UERJ, sob orientação da Prof. Ilana Linhales, do Colégio de Aplicação da Universidade, a UERJ propõe à sociedade fluminense o debate sobre a inclusão social da população LGBTTTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Travestis, Transexuais e Intersexuais) por meio da arte.

O que é o CAMP?
O camp, como conceito acadêmico, emerge a partir dos movimentos por direitos civis da população LGBTTTI iniciados nos anos 60 nos EUA pelas mãos da escritora e intelectual norte-americana Susan Sontag (falecida em 2004). De uma maneira mais objetiva, ele pode ser traduzido como o gosto pelo exagero e pela artificialidade tão característicos e identificados na cultura gay mundial. O evento Camp! – Arte e Diferença tem o intuito de descortinar as disputas por prevalência de categorias tradicionais de gênero masculino e feminino, a partir de obras de arte produzidas no contexto da luta por direitos civis de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transgêneros, transsexuais e intersexuais no Brasil.

UERJ /SR-3 / DECULT / COEXPA / COART / DIVISÃO DE TEATROS / LIDIS / IMS / FCS e UFRJ apresentam:
CAMP! – Arte e Diferença
Exposição, debates e mostra de filmes.
Local: Centro Cultural da UERJ
Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã
Informações: 2334-0938 / 0728

Exposição: CAMP! – Arte e Diferença
Galeria Candido Portinari
Curadoria: Marcelo Campos
Artistas: Barbara Copque, Claudia Hersz, Cristina Salgado, Dalton Paula, Fábio Carvalho, Júlio Lúcio, Leo Ayres, Marina de Botas, Moleculagem, Raul Leal, Sebastián Freire e Victor Arruda.
Período de visitação: de 20 de agosto a 20 de setembro de 2013, das 10h às 20h
ENTRADA FRANCA

Seminário CAMP!: Afetos e Poses
De 18 e 19 de setembro de 2013, das 9 às 20h
Auditório Cartola – Centro Cultural da UERJ
(em cima do restaurante universitário)
Inscrições: campuerj2013@gmail.com – Emissão de certificado de participação para aqueles que estiverem presentes em pelo menos 75% das atividades. ENTRADA LIVRE E GRATUITA.

MESA 1 – 18.9.2013, quarta-feira, 9h
Camp: Mídia e sua Atualidade
Prof. Mauricio de Bragança (UFF)
Prof. Denilson Lopes (UFRJ)
Prof. Thiago Soares (UFPB)
Mediação e debate: Prof. Sérgio Carrara (UERJ)

MESA 2 – 18.9.2013, quarta-feira, 14h
Canções e Divas
Profa. Claudia Mattos (UFF)
Prof. Julio Diniz (PUC-Rio)
Profa. Ana Chiara (UERJ)
Mediação e debate: Ricardo Freitas (UERJ)

MESA 3 – 18.9.2013, quarta-feira, 17h
Encontro com artistas e ensaístas.
Silviano Santiago e Daniel Link.
Mediação e debate: Prof. Ítalo Moriconi (UERJ)

MOSTRA DE FILMES – CAMP! – Arte e Diferença
De 16 a 20 de setembro de 2013, às 19h
Concha Acústica da UERJ

As exibições serão feitas em DVD com entrada gratuita.

Segunda-feira, 16.9 – “Madame Satã” (2002), de Karim Ainouz
Sinopse: No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco, artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita, prostituta e sua “esposa”. Neste ambiente João Francisco se transformar no mito Madame Satã. Biográfico – Drama – 105 min Colorido. Classificação etária recomendada: 16 anos.

Terça-feira, 17.9 – “Anjos da Noite” (1987), de Wilson Barros. Sinopse: Diversos personagens cruzam-se na noite paulistana à procura de amor e aventura. Ensaio cinematográfico sobre a solidão do homem urbano. Drama. 110 min. Colorido. Classificação etária recomendada: 18 anos.

Quarta-feira, 18.9 – “O Beijo da Mulher Aranha” (1985), de Hector Babenco. Sinopse: O filme conta a história do prisioneiro político de esquerda Valentín Arregui (Raul Julia) e Luís Molina (William Hurt), um homossexual afeminado condenado por “corrupção de menor”. Os dois dividem uma cela numa prisão brasileira. Drama. 120 min. Colorido. Classificação etária: 18 anos.

Quinta-feira, 19.9 – “Doce Amianto” (2013), de Guto Parente e Uirá dos Reis – DEBATE COM JEAN WYLLYS SEGUIDO DE EXIBIÇÃO DO FILME. – TEATRO ODYLO COSTA, FILHO. Sinopse: Amianto vive isolado em seu próprio mundo de fantasia, habitado por seus delírios e desenfreada esperança, onde seu talento e sua melancolia coexistem lado a lado. Depois de sentir abandonada por seu amor (The Boy), Amianto encontra abrigo na presença de seu amigo morto, Blanche, que irá protegê-la contra a sua dor, pelo menos tanto quanto ela puder. Com a ajuda de sua fada madrinha, Amianto reúne forças para continuar a viver na esperança de ser um dia feliz. Drama – 70 min. Colorido. Classificação etária recomendada: 18 anos.

Sexta-feira, 20.9 – “Toda Nudez Será Castigada” (1973), de Arnaldo Jabor. Sinopse: Jovem mimado encontra uma prostituta, e fica confuso sobre a natureza de seus sentimentos por ela, ele não pode decidir entre atração e repulsa. Drama – 102 min . Colorido. Classificação etária: 18 anos.

* Programação sujeita à alteração. Para programação atualizada, consulte o site http://www.decult.uerj.br/decult_programacao_2013_agosto.html

Fonte: Página do evento no Facebook
manchete

Foto/arte: divulgação

Primeiro registro audiovisual sobre a trajetória de uma das maiores redes de televisão do Brasil, “Aconteceu, virou Manchete” resgata os principais momentos históricos da emissora extinta em maio de 1999, que completaria 30 anos no dia 05 de junho. O documentário foi produzido por estudantes de jornalismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), sob a direção de Fernando Borges.

No jornalismo, marcaram época os telejornais comentados e as coberturas históricas, como a do primeiro carnaval na Marquês de Sapucaí. Nomes como Paulo Stein, Márcio Guedes e Ronaldo Rosas se orgulham dos feitos alcançados nos 16 anos em que a Manchete esteve no ar. Já Alberto Léo fala da experiência em ter trabalhado com João Saldanha e da cobertura das Copas e Olimpíadas, além dos mais variados eventos esportivos transmitidos pela Rede. A produção conta com depoimentos de artistas e ex-funcionários. Foram entrevistados mais de 30 profissionais de diversas áreas. Grandes artistas como Lucinha Lins, José de Abreu, Tonico Pereira e Bemvindo Sequeira falam com saudades de programas e novelas que marcaram época. Atores como Marcos Winter, lembram-se de como foi alcançar o auge com sucessos como a novela Pantanal, que venceu o ibope da Rede Globo, ultrapassando os 40 pontos de audiência.  Maurício Sherman conta como descobriu Xuxa e Angélica, além da briga com o jornalista e empresário Adolpho Bloch (fundador da Manchete) para iniciar a dramaturgia da emissora.

Além do saudosismo retratado no filme, O Documentário “Aconteceu, virou Manchete!” também toca em assuntos polêmicos, como as diversas crises da emissora. A atriz Sandra Pêra, é um exemplo dos muitos profissionais que até hoje vivem uma briga na justiça para receber o que lhes é devido. Curiosidades como a retirada da TV do ar pelo sindicato dos radialistas também são contadas. No entanto, a empresa é vista até hoje com muito saudosismo – das histórias engraçadas do dono Adolpho Bloch até as brigas com a TV GLOBO na disputa pelo IBOPE.

O documentário contou com a colaboração de muitos ex-profissionais da Manchete, que viram a oportunidade de terem um pouco da “TV de Primeira Classe” de volta. Por conta disso, a estreia acontece no dia do aniversário da emissora, 5 de junho (quarta-feira), onde o público será formado por profissionais que construíram o sucesso da Rede. Um desses profissionais foi Luiz Santoro, âncora do Jornal da Manchete, que, antes da exibição do filme, falará sobre como foi a experiência de trabalhar na Manchete.

Serviço:
Aconteceu, virou Manchete!
Local: Auditório 91 da Uerj – 9º andar do Campus Maracanã
Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã
Dia: 05 de junho – 19 horas

Confira o trailer abaixo!

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Pela primeira vez no Brasil, um dos maiores festivais de música italiana no exterior chega ao Brasil. Após grande sucesso nos EUA, Canadá e China, o Hit Week chega ao Rio de Janeiro e tem como protagonistas os artistas Municipale Balcanica Erica Mou, que tocarão com convidados especiais brasileiros.

Os shows acontecem nos dias 23 de Maio, no Instituto Italiano de Cultura, e dia 24, no Teatro Odylo Costa Filho, na UERJ. Além dos concertos, estão agendados outros eventos e encontros, reuniões com a indústria musical brasileira, aulas na faculdade, degustação de comida e vinho e muitas outras oportunidades para compartilhar a cultura italiana.

O evento é produzido pela Music Experience Roma S.r.l., pela Sounds Puglia e pela F.I.M.I. (Federação da Indústria Musical Italiana). Apoiado pelo Tap (Companhia Aérea Portuguesa) e sob os auspícios do Consulado e do Instituto de Cultura da Universidade do estado do Rio de Janeiro.

Show Erica Mou & Franco Cava
Data: 23/05/2013 – 19h
Local: Instituto Italiano de Cultura –  Av. Presidente Antônio Carlos, 40 – Centro
Informações: 21 3534-4300

Show Banda Municipale Balcanica & Erica Mou
Local: Teatro Odylo Costa,filho – Rua São Francisco Xavier, 524 -Maracanã – Campus UERJ
Data: 24/05 – 19h
Classificação: livre
Mais informações: 21 2334-0681/0048
Acesso a Portadores de Necessidades Especiais
Estacionamento Portão 2
Entrada Franca – Sujeita a lotação de 950 lugares

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